quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Vamos Coletar o Óleo Residual de Fritura

Por que Coleta de Óleo Residual de Fritura?
O Projeto é uma iniciativa para coletar o óleo residual de fritura em domicílios, restaurantes, bares, comércio e indústrias para transformá-lo em biodiesel.
Para isso é necessário que a sua coleta e armazenamento sejam em locais como; Associações, Igrejas, Conjuntos residenciais. Com esta iniciativa, Grupo Metropolitano Paulista do Programa Agenda 21 e a Oscip Biotema e seus parceiros se propõem a realizar um amplo programa de educação popular sobre o assunto e a organizar uma rede de coleta com abrangência suficiente para uma captação ambientalmente significante e socioambientalmente correto.
Esta iniciativa inclui a instalação e manutenção de recipientes em postos de recepção na região ou nas subprefeituras de São Paulo e nas cidades que se proponha em aderir o projeto, com realização de palestras explicativas para a comunidade.
Quem são os responsáveis pela coleta?
A Oscip Biotema e a instituição Educa, Heróis da Natureza responsável pela organização e administração da Mini Usina. Para isso ela contará com a colaboração de outras instituições parceiras responsável pela organização da rede de postos de recepção local.
Quais são os objetivos da coleta de Óleo Residual de Fritura?
O Projeto tem o objetivo de coletar de óleo residual de fritura que seria descartado no esgoto. Com isso o Projeto contribui também com outros objetivos gerais que são: evitar os transtornos potenciais que seriam provocados pelo descarte desse óleo na natureza e colaborar na educação ambiental do cidadão e oportunidades de gerar renda.
O que é necessário para participar do projeto?
Dispor de um espaço suficiente para acondicionar com segurança um recipiente de acordo com a capacidade de coleta (20, 50 ou 100 litros).
Divulgar o Projeto para o seu público e convidá-lo para participar das palestras de orientação sobre o mesmo e, acima de tudo, querer melhorar a qualidade da vida na cidade e no campo.
Como será feita a coleta?
A coleta será organizada das seguintes formas: coleta condominial; coleta em postos de recepção pessoal e coleta em casas de refeições.
Como separar o óleo residual em casa?
– O recipiente ideal para fazer o armazenamento do óleo em casa deve ser em uma garrafa PET com tampa de rosca ou recipiente similar.
– Para evitar acidentes, o óleo somente deve ser colocado no recipiente coletor depois que estiver frio.
Como fazer a coleta condominial?
– A coleta condominial é aquela realizada em prédios de apartamentos ou conjuntos residenciais com administração centralizada.
– O recipiente deve ficar em lugar seguro e coberto e cada morador poderá levar seu óleo residual até o contentor.
– A Biotema e as Instituições parceiras darão o apoio e as orientações necessárias aos condôminos e à administração do condomínio.
Como fazer a coleta nas casas de refeições fora do lar?
– Restaurantes, bares, pastelarias e lanchonetes são estabelecimentos que utilizam grande quantidade de óleo, por isso podem se tornar postos de recepção de seu próprio óleo residual.
– O recipiente deve ficar em lugar seguro, coberto e fora da cozinha.
Como fazer a coleta em postos de recepção pessoal?
– Os postos de recepção pessoal serão organizados em locais de grande movimentação pública como supermercados.
– Nos postos de recepção pessoal as próprias pessoas acondicionarão seus recipientes com óleo nos contêineres de coleta.
– Os recipientes de coleta devem ficar em lugar seguro, coberto e de fácil acesso. Se necessário, sua localização deve ser sinalizada.
Para onde vai o óleo coletado?
– Os recipientes recolhidos nos Postos de Recepção serão temporariamente armazenados por meio de parcerias com outros estabelecimentos e Organizações Não-Governamentais.
– No Centro de Armazenamento de óleo, onde será lavado para ser submetido a um processo chamado “trans-esterificação”, e depois será misturado com catalisadores apropriados para provocar a reação que separa a glicerina e depura o biodiesel. A glicerina será utilizada como insumo para a fabricação de diversos tipos de produtos.
– Projeto Coleta de Óleo Residual de Fritura obedece às normas da Agência Nacional do Petróleo – ANP.
O que se ganha ao participar do projeto?
Se ganha um país Ambientalmente Sustentável e Socialmente Justo, gerando emprego, renda e conscientização para as comunidades envolvidas no Projeto.

Passos do Projeto:

1 – Implantação de uma micro usina para produção de biodiesel, usando como matéria prima o óleo de fritura usado. População estimada em – 250.000 habitantes, ou seja, 60.000 famílias, com uma produção aproximada de 60.000 litros de óleo por mês.

2 – Programa intitulado Heróis da Natureza, que é a parte fundamental do item 1, trata-se de educação ambiental, realizado em 500 salas de aula, para 15.000 alunos e que atingirão mais 75.000 familiares dos estudantes.

3 – Área necessária para implantação da micro usina – 100 m2;

4 – elaborar o Plano de Manejo. Identificar a área contaminada e oferecer alternativas para aproveitamento da área.

5 – Projeto Muro Ecológico. Realizar visitas para identificação de parâmetros para elaboração de projeto. Primeiros indicadores: comprimento – 40 metros, largura – 4 metros, altura – 2 metros. Cobertura com espécies ornamentais.

6 – Manutenção e manejo das praças públicas. Recuperação das arvores com parasitas e
Recuperação ou substituição de alguns gramados e outras atividades de paisagismos e arborização.

7 – Realizar inventário da arborização urbana e quantificar novos plantios em substituição das espécies contaminadas.

8 – Elaborar projeto de arborização, plantio em áreas ociosas.

9 – Desenvolver projeto de educação ambiental para toda a prefeitura.

Grupo de Trabalho – Desenvolvimento Sustentável – GTDS.

Com todos os graves problemas que a superpopulação dos grandes centros acarreta, ela continua aumentando. As conseqüências já eram sentidas a conferencia de Estocolmo em 1972, há mais de 28 anos, quando a conferencia das nações unidas para o meio ambiente, reunida em 1992 no Rio de Janeiro, popularmente conhecida como ECO 92, definiram o programa agenda 21, com uma pauta de decisões a serem tomadas para as mudanças necessárias em busca do equilíbrio ambiental com justiça social e melhoria econômica. O desenvolvimento do planeta no século 21 deve ter como base as mudanças propostas com o compromisso assumido pelas nações em busca de um mundo melhor para todos.

Essa mudança de postura sempre foi considerada uma necessidade praticamente desde o inicio do século passado, mas nunca foi obedecida e agora começa a ser vista como uma questão vital para a sustentabilidade social e ambiental, muitos países, principalmente em desenvolvimento.
O Brasil é o um exemplo da situação caótica, onde grande parte da sua gente vive nas periferias das cidades que já abrigam cerca de 80,75% da população do país. O êxodo rural continua preocupando pelo agravamento dos problemas resultantes dessa movimentação, piorando a qualidade de vida e causando danos sociais e ambientais cada vez mais acentuados e irreparáveis, exigindo medidas urgentes para reverter à situação de degradação de todo sistema de vida principalmente do ser humano.

Definições com relação aos tipos de resíduos sólidos e agregar em um grupo só, uma vez que já estão definidos por lei também. Trabalhamos o programa Agenda 21 especificamente os capítulos: 16; 17; 18; 19; 20; 21; e 22 com relação de melhorias e adequação aos capítulos: 02; 03; 04; 05; 06; 07; 08; 11; e os 27; 28; 30; 32; 33; 36.

1 – Baterias e Pilhas.
2 – Pneus.
3 – Lixo automobilístico. Está incluído também: bateria, pneus, plásticos, óleo, vidros.
4 – Entulho e todos os seus componentes, incluindo restos de madeira, restos de podas de árvores.
5 – Resíduos eletrônicos – computadores e seus componentes, televisores, celulares sem baterias.
6 – Embalagens Tetra.
7 – Garrafas PET.
8 – Latas de aço e alumínio, também as de bebidas.
9 – Vasilhame e embalagens de defensivos agrícolas.
10 – Papel e papelão.
11 – Plásticos.
12 – Lixo hospitalar
13 – Vidros.
14 – Alumínio.
15 – Eletrodomésticos – fogão, máquina de lavar roupa ou pratos, liquidificador.
16 – Geladeiras.
17 – E outros.

O projeto Comunidades Sustentáveis contribui para o desenvolvimento das comunidades de maneira sustentável, socialmente justa, ambientalmente correta e economicamente viável. Tal meta somente será possível pela transformação da cultura tradicional, através da educação e habilitação dos atores locais, como forma de atribuir aos participantes partes da responsabilidade pela sua própria mudança, como inovação e crescimento econômico e social.

O projeto Comunidades Sustentáveis muda os conceitos de desenvolvimento exógeno para endógeno e de comercialização local; transformar o potencial da terra e da sociedade mediante o desenvolvimento de novos processos educacionais e produtivos; inovar os métodos de produção e geração de renda através da implementação de novas tecnologias e modelos de gestão, buscando a especialização flexível da produção e crescer com os resultados dessas ações.
Com a coordenação, as comunidades contam com as orientações básicas para promover suas próprias formas de adaptação às condições de vida exigidas pelo mundo atual, para o desenvolvimento de ações em conjunto produtivo e com benefícios para todos os participantes.

Por que fazemos

Na sua origem rural, o projeto Comunidades Sustentáveis tem o objetivo promover iniciativas necessárias ao crescimento regional, com implantação de novas formas de produção, preservando o meio ambiente. Este passou a ser o nosso desafio, pois o agricultor é o maior beneficiado quando se trata de produzir com qualidade e preço justo, mantendo os recursos naturais para que todo esse trabalho possa ser permanente sempre melhor.

Nesse sentido, o projeto Comunidades Sustentáveis propõe um conjunto de medidas coerentes e consistentes. A conjugação de terra fértil, água em abundância e sol o ano inteiro, abre caminho para cultivos que atendam a necessidades vitais, estimulando empreendimentos compensadores que favoreçam, em primeiro lugar, quem os realiza.

O estimulador maior é a produção de bioenergia, cuja demanda está em rápida ascensão. Também a recomposição das matas ciliares, cumprindo sua finalidade ecológica e econômica, com o mercado de carbono e o reflorestamento com manejo adequado para a produção de alimentos.

Como fazemos

Mudando nossos conceitos de desenvolvimento, para que as comunidades sustentáveis possam se constituir em centros altamente produtivos.
Transformado os núcleos comunitários no envolvimento em torno de um grande projeto para produzir com qualidade e vender seus produtos acrescidos do valor de sua marca registrada.
Inovando, nos métodos de produção e geração de renda, com novas tecnologias, com novos modelos de administração e com uma nova visão voltada para a preservação do meio ambiente e para o atendimento do mercado atual.
Crescendo, não mais dependendo das imposições dos compradores dos produtos, mas transformando conhecimentos numa grande força de comércio, revolucionando os conceitos tradicionais de negócio.

A sustentação sócio-ambiental do projeto Comunidades Sustentável contempla empreendimentos como a instalação de escolas de empreendedorismo sustentável, para formação de profissionais competentes para implementação de planos e rodadas de negócios, gestão financeira e marketing, entre outras ações, tendo como principio básico da responsabilidade social individual e coletiva.

Além de uma consultoria de extensão permanente, para tirar todas as dúvidas, o projeto Comus também vai disponibilizar outros serviços para os trabalhadores como análise de crédito, seguro e relacionamento com o mercado, junto com toda a assistência técnica necessária para uma produção com qualidade e rentabilidade.
O acompanhamento da produção será realizado através de um trabalho de planejamento e gestão de todas as fases, com educação, treinamento, visitas técnicas de controle e fiscalização.

Essas medidas exigem uma atuação urgente envolvendo as próprias comunidades das periferias onde os espaços urbanos devem ser administrados com a nova postura, vendo o crescimento das populações como um desafio a ser enfrentado de forma permanente e com ações voltadas para novas formas de ocupação das áreas nos limites das cidades, com e geração de renda para as comunidades locais.

A proposta de criação das comunidades urbanas sustentáveis, para que as populações em situação de riscos possam ser agentes dessa transformação, incentivando ações que levem a administração dos espaços urbanos a se voltar mais para a sustentabilidade organizacional dos seus moradores, em busca de atividades que possibilitem melhoria de renda de forma permanente.

As ações devem voltar para iniciativas que contribuam para melhorar a qualidade de vida a toda a população, com atividades que além de permitir melhorias na renda das famílias para que possam se tornar instrumentos efetivos de redução da poluição, de combate ao acúmulo de resíduo sólido sem utilização e de melhorias nas condições sociais, ambientais e econômicas.

As comunidades sustentáveis são grupos de moradores participativos com objetivo de melhorias sociais, utilizando metodologia de sensibilização e capacitação da comunidade envolvida no projeto, através de mudanças sociais, educacionais e econômicas, tendo como base os pilares da sustentabilidade (mudar, transformar, inovar, preservar e crescer), com educação, respeito ao meio ambiente (vida) e ao ser humano com geração de renda.

Esse modelo tem como objetivo a união das famílias formando as comunidades sustentáveis, que passam a receber os benefícios dessa organização e das formas de trabalho e de comercialização dos produtos com mais justiça e ganho para todos.

A organização de trabalhadores formais e informais é fundamental nesse processo, pois através dos grupos constituídos nas comunidades sustentáveis poderão desenvolver suas atividades em conjunto, devendo contar com metodologia de trabalho, tendo como apoiadores; empresas, instituições, ONGs e o poder público.

Os trabalhos dos integrantes das comunidades passam a ser mais produtivos com os incentivos incorporados através das ações do projeto e que estarão voltadas principalmente para a reciclagem dos diversos tipos de produtos e de materiais que não são reaproveitados por falha de conscientização da população e pela desestruturação dos grupos que precisam se organizar melhor como agentes sociais, ambientais e econômicos.

As comunidades sustentáveis terão uma das suas prioridades o desenvolvimento de um processo educacional que deverá incluir a capacitação técnica e ambiental dos seus integrantes, que também poderão participar do desenvolvimento de equipamentos que serão utilizados no seu trabalho e nas empresas de reciclagem que serão constituídas com a participação dos integrantes.

Para a constituição das comunidades sustentáveis o projeto já conta com apoio de entidades como a; Biotema, Comissão solidaria dos Servidores públicos e da Sociedade, Assebrave entre outras.
O projeto comunidades sustentáveis atua, na organização de trabalhos para a produção de bioenergia, através da reutilização do óleo residual de frituras, devendo atuar ainda nas áreas de produção de viveiros para residências, empresas, entidades e prefeituras, na agricultura sustentável, com hortas comunitárias em áreas ociosas através de licenças concedidas pelos proprietários para produção de alimentos.

O projeto estabelece vínculo permanente com as comunidades a partir de um canal de comunicação envolvendo-os com mensagens que chamem também a atenção de toda a população, numa ampla mobilização para o desenvolvimento sustentável.

Também já estão sendo iniciados estudos para a produção de um site interativo, com informações e últimas notícias, estabelecendo um fórum permanente de discussão e para incentivar os participantes a irem se familiarizando com a internet e com os computadores que deverão ser disponibilizados através do projeto de inclusão digital numa parceria com o suporte e experiência do projeto SOS Família.

Exemplo de investimento produtivo

E para garantir qualidade de vida? Vamos pensar nas nossas necessidades, se uma pessoa tem suas necessidades atendidas e entende o beneficio do trabalho em equipe, isso fica mais fácil do que parece. Hoje quando queremos algum produto ou serviço organizado procuramos uma empresa profissional. Às vezes há grandes segredos tecnológicos por trás, mas atualmente com tantos fornecedores e possibilidades a qualidade na organização de processos vale mais.

O projeto propõe vinte famílias e orientar os passos a seguir:

1. Criar um grupo de representantes, um de cada família como responsável direto.
2. Divididos os vinte responsáveis em dez áreas de produção e administração.
3. Cada grupo terá suas metas e responsabilidades de custos.
4. Cada responsável terá treinamento inicial para sua primeira área de atuação.

Cada área precisa de conhecimento especifico (know how); será selecionado pelo coletivo os participantes de acordo com sua aptidão, para receber treinamento que deve ser retransmitido aos outros participantes de cada área a cada termino do ciclo de produção haverá rotatividade de representantes responsável pelas famílias, os treinamentos terão que capacitar todos os participantes. Lembrando que independe da área de atuação todos irão ter os mesmos deveres e direitos.

Sistema de participação e investimento, arregimentar vinte empresas que adotem cada família do projeto com a quantia de R$: 1.395,00 (um mil trezentos e noventa e cinco reais) por mês durante 3 meses somando um total de investimento para capacitação de formadores de agentes de desenvolvimento sustentável de R$: 4.185,00 (Quatro mil cento e oitenta e cinco reais). Tendo como responsabilidade participativa por 05 cinco anos no acompanhamento e debates orientadores, recebendo como contra partida de participação relatórios mensal com análise e avaliação positiva ou negativa da situação do projeto; tendo por principio atender todos os objetivos das normas orientadoras legais e ultrapassando tecnicamente as mesmas e não apenas os cumprimentos do que estar escrito.
Mas ajudando a escrever a história da transformação social, ambiental e econômica das comunidades em termos de melhoria participativa dentro dos conceitos de responsabilidades solidária; individual e coletiva.
Usando também: Como parâmetros os princípios da futura norma de responsabilidade social ISO 26000.

Impactos poluidores causados pelo óleo residual de fritura descartado na natureza.

Palestras orientadoras.

Estamos aguardando as indicações, principalmente de coordenadores.

Coordenador da Comissão de Sustentabilidade do Projeto
Prof. Ubaldino Dantas: 9205-0772
ubaldinodm@hotmail.com
Coordenador
José Oliveira Ribas Fone: 11- 71927845

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

AGENDA 21

Documento Agenda 21 da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento
Sumário do documento Agenda 21 - Documento na íntegra
O documento de 40 capítulos da Agenda 21 pode ser consultado neste site de três diferentes formas: pelo resumo, por uma consulta da íntegra dos seus capítulos e pela obtenção do arquivo compactado (download de 1.2 MB

Cap 01 Preâmbulo.

Cap 02 Cooperação Internacional para acelerar o desenvolvimento sustentável dos países em desenvolvimento e políticas internas correlatadas.

Cap 03 Combate à pobreza.

Cap 04 Mudança dos padrões de consumo.

Cap 05 Dinâmica demográfica e sustentabilidade.

Cap 06 Proteção e promoção das condições da saúde humana.

Cap 07 Promoção do Ddesenvolvimento Sustentável dos assentamentos humanos.

Cap 08 Integração entre meio ambiente e desenvolvimento na tomada de decisões.

Cap 09 Proteção da atmosfera.

Cap 10 Abordagem integrada do planejamento e do gerenciamento dos recursos terrestres.

Cap 11 Combate ao desflorestamento.

Cap 12 Manejo de ecossistemas frágeis: a luta contra a desertificação e a seca.

Cap 13 Gerenciamento de ecossistemas frágeis: DS das montanhas.

Cap 14 Promoção do desenvolvimento rural e agrícola sustentável.

Cap 15 Conservação da diversidade biológica.

Cap 16 Manejo ambientalmente saudável da biotecnologia.

Cap 17 Proteção de oceanos, de todos os tipos de mares - inclusive mares fechados - e das zonas costeiras e proteção. Uso racional e desenvolvimento de seus recursos vivos.

Cap 18 Proteção da qualidade e do abastecimento dos recursos hídricos: aplicação de critérios integrados no desenvolvimento, manejo e uso dos recursos hídricos.

Cap 19 Manejo ecologicamente saudável das substâncias químicas tóxicas, incluída na prevenção do tráfico internacional dos produtos tóxicos e perigosos.

Cap 20 Manejo ambientalmente saudável dos resíduos perigosos. Incluindo a prevenção do tráfico internacional ilícito de resíduos perigosos.

Cap 21 Manejo ambientalmente saudável dos resíduos sólidos e questões relacionadas com esgotos.

Cap 22 Manejo seguro e ambientalmente saudável dos resíduos radioativos.

Cap 23 Preâmbulo.

Cap 24 Ação mundial pela mulher, com vistas a um desenvolvimento sustentável eqüitativo.

Cap 25 A infância e a juventude no desenvolvimento sustentável.

Cap 26 Reconhecimento e fortalescimento do papel das populações indígenas e suas comunidades.

Cap 27 Fortalecimento do papel das Organizações Não-Governamentais: parceiros para um DS.

Cap 28 Iniciativas das autoridades locais em apoio à Agenda 21.

Cap 29 Fortalecimento do papel dos trabalhadores e de seus sindicatos.

Cap 30 Fortalecimento do papel do comércio e da indústria.

Cap 31 Comunidade científica e tecnológica.

Cap 32 Fortalecimento do papel dos agricultores.

Cap 33 Recursos e mecanismos de financiamento.

Cap 34 Transferência de tecnologia ambientalmente saudável, cooperação e fortalecimento institucional.

Cap 35 A ciência para o Desenvolvimento Sustentável.

Cap 36 Promoção do ensino, da conscientização e do treinamento.

Cap 37 Mecanismos nacionais e cooperação internacional para fortalecimento institucional nos países em desenvolvimento.

Cap 38 Arranjos institucionais internacionais.

Cap 39 Instrumentos e mecanismos jurídicos internacionais.

Cap 40 Informação para a tomada de decisões. MMA » Agenda 21

» Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental »

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

ACORDO DE PARTICIPAÇÃO

O Grupo Estadual Metropolitano Paulista do Programa Agenda 21 doravante denominado projeto coleta de óleo residual de fritura e Comunidades Urbanas Sustentáveis, estabelece sua organização e funcionalidade através do presente Acordo, buscando possibilitar a transparência total de seus trabalhos que são norteados pela sua Carta de Princípios e anexo deste documento. Acordo de Participação do Grupo passa a vigorar a partir da data de sua assinatura.

Equipe Técnica:
Antonio Pires (Gaucho) Fone: 7366 5992
Cipriano Gomes Fone: 9982.0089
Chico Canindé Fone: 8622.4232
Enoque A. Cavalcante Fone: 3536.2208
Fátima Regina Feitosa Fone: 8863.1053
José Oliveira Ribas Fone: 71927845/ http://grupometropolitanoagenda21.blogspot.com
José Vicente Pimenta – Fone
Luiz Carlos Rosa
Meire Garcia Mattos Fone - 81206159

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

COMUNIDADES URBANAS SUSTENTAVEIS

1. Apresentação

Quem Somos
As revelações, cada vez mais contundentes e trágicas, sobre o futuro do planeta, exigem mudança
radical de postura, com ações concretas e eficientes. Não se trata mais da simples preservação ambiental, mas da reversão, da transformação dos modos de produção

O projeto Comunidades de desenvolvimento sustentável não é apenas mais uma iniciativa. Mais um modelo, ele pretende ser uma referencia para a mudança total, na luta da humanidade para sobreviver ao que ela mesma criou. Por sua dimensão e pelo modo com que vem sendo estruturado, é um dos projetos de desenvolvimento sustentável mais importantes do país.


O Comus, na verdade, é a contribuição de uma equipe de profissionais envolvida nesse processo de reversão dos antigos conceitos produtivos que nunca se preocuparam com a sustentabilidade.
Nosso objetivo é assegurar qualidade de vida para os trabalhadores de hoje e para as futuras gerações, mesmo diante das previsões catastróficas que já estão acontecendo.

Mas para que essa mobilização dê os resultados esperados é preciso que os grupos organizados
Nas comunidades produtivas e de consumo tenham apoio, orientação e muita vontade de mudar, alem de um retorno financeiro que possibilite sua permanência em suas respectivas a atividades

O que fazemos

A primeira fase do projeto, constituída pelas comunidades, agroecologicas (rurais), esta alavancada em três eixos básicos, voltados para a produção de bioenergia orgânica, reflorestamento e alimentos orgânicos, em uma área com cerca de um milhão de hectares, entre os rios Grande, Paraná e Tietê, no extremo noroeste paulista, onde residem mais de 10 mil famílias de pequenos produtores rurais. Este numero representa nada menos que 8% de toda a agricultura familiar do estado de São Paulo.

O trabalho conta com apoio da diocese de Jales na tarefa de conduzir uma ampla mobilização com a preocupação de devolver a região um pouco da floresta devastada, onde menos de 3% da mata atlântica que existia no local conseguiu sobreviver, dando lugar a agricultura e principalmente a pastagem.
O projeto Comus busca contribuir para o desenvolvimento das comunidades de maneira sustentável, socialmente justa, ambientalmente correta e economicamente viável. Tal meta somente será possível pela transformação da cultura tradicional, através da educação e habilitação dos atores locais, como forma de atribuir aos participantes parte da responsabilidade pela sua própria mudança, como inovação e crescimento econômico e social.

O projeto Comus propõe mudar os conceitos de desenvolvimento exógeno para endógeno e de comercialização local; transformar o potencial da terra e da sociedade mediante o desenvolvimento de novos processos educacionais e produtivos; inovar os métodos de produção e geração de renda através da implementação de novas tecnologias e modelos de gestão, buscando a especialização flexível da produção e crescer com os resultados dessas ações.
Com essa coordenação, as comunidades passam a contar com as orientações básicas para promover suas próprias formas de adaptação às condições de vida exigidas pelo mundo atual, para o desenvolvimento de um trabalho conjunto produtivo e com benefícios para todos os participantes.


Por que fazemos

Na sua origem rural, o projeto Comus tem como objetivo promover iniciativas necessárias ao crescimento regional, com implantação de novas formas de produção, preservando o meio ambiente. Este passou a ser o nosso desafio, pois o agricultor é o maior beneficiado quando se trata de produzir com qualidade e preço justo, mantendo os recursos naturais para que todo esse trabalho possa ser permanente e sempre melhor.

Nesse sentido, o projeto Comus propõe um conjunto de medidas coerentes e consistentes. A conjugação de terra fértil, água em abundância e sol o ano inteiro, abre caminho para cultivos que atendam a necessidades vitais, estimulando empreendimentos compensadores que favoreçam, em primeiro lugar, quem os realiza.

O estimulador maior é a produção de bioenergia, cuja demanda está em rápida ascensão. Também a recomposição das matas ciliares, cumprindo sua finalidade ecológica e econômica, com o mercado de carbono e o reflorestamento com manejo adequado para a produção de celulose. E a produção de alimentos, sempre fundamental para uma região agrícola.

Como fazemos

Mudando nossos conceitos de desenvolvimento, para que as comunidades terras do sol possam se constituir em centros altamente produtivos.
Transformações os núcleos comunitários para o envolvimento em torno de um grande projeto para produzir com qualidade e vender seus produtos acrescidos do valor de sua marca registrada.
Inovando, nos métodos de produção e geração de renda, com novas tecnologias, com novos modelos de administração e com uma nova visão voltada para a preservação do meio ambiente e para o atendimento do mercado atual.
Crescendo, não mais dependendo das imposições dos compradores dos produtos, mas transformando conhecimentos numa grande força de comercio, revolucionando os conceitos tradicionais de negócio.

A sustentação sócio-ambiental do projeto Comus contempla empreendimentos como a instalação de escolas de empreendedorismo sustentável, para formação de profissionais competentes para implementação de planos e rodadas de negócios, gestão financeira e marketing, entre outras ações, tendo como principio básico a responsabilidade social corporativa.

Além de uma consultoria de extensão permanente, para tirar todas as dúvidas, o terras do sol também vai disponibilizar outros serviços para os trabalhadores como analise de credito, seguro e relacionamento com o mercado, junto com toda a assistência técnica necessária para uma produção com qualidade e rentabilidade.
O acompanhamento da produção será realizado através de um trabalho de planejamento e gestão de todas as fases, com educação, treinamento, visitas técnicas de controle e fiscalização.

COMUNIDADES URBANAS

Objetivos

Com todos os graves problemas que a superpopulação dos grandes centros acarreta, ela continua aumentando. As conseqüências já eram sentidas há mais de 25 anos, quando a conferencia das nações unidas para o meio ambiente, reunida 1992 no rio de janeiro, definiram a agenda 21, com uma pauta de decisões a serem tomadas para as mudanças necessárias em busca do equilíbrio ambiental com justiça social. O desenvolvimento do planeta no século 21 deve ter como base as mudanças propostas com o compromisso assumido pelas nações em busca de um mundo melhor para todos.


Essa mudança de postura sempre foi considerada uma necessidade praticamente desde o inicio do século passado, mas nunca foi obedecida e agora começa a ser vista como uma questão vital para a sustentabilidade social e ambiental, muitos países, principalmente em desenvolvimento.
O Brasil é o maior exemplo dessa situação caótica, onde grande parte da sua gente vive nas periferias das cidades que já abrigam cerca de 80,75% da população do país. O êxodo rural continua preocupando pelo agravamento dos problemas resultantes dessa movimentação, piorando a qualidade de vida e causando danos sociais e ambientais cada vez mais acentuados e irreparáveis, exigindo medidas urgentes para reverter a situação de degradação de todo sistema de vida.

Essas medidas exigem uma atuação urgente envolvendo as próprias comunidades das periferias onde os espaços urbanos devem ser administrados com essa nova postura, vendo o crescimento das populações como um desafio a ser enfrentado de forma permanente e com ações voltadas para novas formas de ocupação das áreas nos limites das cidades, com trabalho e geração de renda para as comunidades locais.

É com esse objetivo que estamos apresentando nossa proposta de criação das comunidades urbanas sustentáveis, para que as populações em situação de riscos possam ser agentes dessa transformação, incentivando ações que levem a administração dos espaços urbanos a se voltar mais para a sustentabilidade organizacional dos seus moradores, em busca de atividades que possibilitem aumento da renda de forma permanente.

Essas ações também devem se voltar para iniciativas que contribuam para melhorar a qualidade de vida de toda a população urbanas, com atividades que além de permitir melhorias na renda dessas famílias possam se tornar instrumentos efetivos de redução da poluição, de combate ao acúmulo de resíduo sólido sem utilização e de melhorias nas condições sociais e ambientais.

Organização

As comunidades urbanas sustentáveis são grupos de moradores participativos no objetivo de melhorias sociais, com metodologia de sensibilização e capacitação da comunidade envolvida no projeto para o século XXI, através de mudanças sociais, educacionais e econômicas, tendo como base os pilares da sustentabilidade (mudar, transformar, inovar e crescer), com educação, respeito ao meio ambiente e ao ser humano e geração de renda.

Nosso modelo tem como objetivo a união de associações e cooperativas formando as comunidades urbanas, que passam a receber os benefícios dessa organização e das formas de trabalho e de comercialização dos produtos com mais justiça e ganho para todos.

A organização dos trabalhadores urbanos informais é fundamental nesse processo, pois através dos grupos constituídos nas comunidades urbanas poderão desenvolver suas atividades em conjunto, devendo contar para isso com a metodologia de trabalho do projeto comunidades urbanas sustentáveis, tendo como apoiadores; empresas, instituições, ONGs e o poder público.

Os trabalhos dos integrantes das comunidades passam a ser mais produtivos com os incentivos a serem incorporados através das ações do projeto e que estarão voltadas principalmente para a reciclagem dos diversos tipos de produtos e de materiais que não são reaproveitados por falha de conscientização da população e pela desestruturação dos grupos que precisam se organizar melhor como agentes sociais e ambientais.

Como nas comunidades agroecólogicas, as comunidades urbanas sustentáveis terão como uma das suas prioridades o desenvolvimento de um processo educacional que devera incluir a capacitação técnica e ambiental dos seus integrantes, que também poderão participar do desenvolvimento de equipamentos que serão utilizados no seu trabalho e nas empresas de reciclagem que serão constituídas com a participação dos mesmos.

Para a constituição das comunidades urbanas sustentáveis o projeto Comus já conta com apoio de entidades como o IPNBE – Instituto do Pensamento Nacional das Bases Empresarial, o ISDAS - instituto de sociedade em desenvolvimento sustentável, o banco do Brasil/DRS – desenvolvimento regional sustentável, o PNUD, o BID.

Assim, as comunidades urbanas sustentáveis vão atuar, nesta primeira fase, na organização de trabalhos para a produção de bioenergia, através da reutilização do óleo de cozinha, devendo atuar ainda nas áreas de fomento florestal, com a produção de viveiros de mudas para fornecimento para residências, empresas, entidades e prefeituras, na agricultura sustentável, com hortas comunitárias em terrenos cedidos através de licenças concedidas pelos proprietários e bio ambiental com reciclagem de material da construção civil para produção de tijolo ecológico e de pneus velhos para produção de asfalto ecológico.

Comunicação

A agencia de comunicação integrada está sendo constituída para atender as necessidades de comunicação das comunidades participantes, incentivando a busca e a troca de informações, a educação, o desenvolvimento econômico, o empreendedorismo, a preocupação ecológica e o comercio justo.

O objetivo é estabelecer um vinculo permanente com as comunidades a partir de um canal de comunicação envolvendo os veículos e com mensagens que chamem também a atenção de toda a população, numa ampla mobilização para o desenvolvimento sustentável.

A proposta básica é criar uma rede de rádios, jornais e internet, para divulgação de informações e mensagens sobre o projeto e as comunidades, junto com a publicação de um informativo mensal e outras publicações.

O projeto já conta com assessoria de imprensa com mailing para todo o país e com estrutura para produção de matérias para jornais, rádios e sites de informação, com noticias, entrevistas, analises opiniões e comentários de agentes comunitários e especialistas.

Também já estão sendo iniciados estudos para a produção de um site interativo, com informações e ultimas noticia, estabelecendo um fórum permanente de discussão e para incentivar os participantes a irem se familiarizando com a internet e com os computadores que deverão ser disponibilizados através do projeto de inclusão digital

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Pesquisa sobre Residuo (LIXO)

Comunidades Sustentáveis = COMUS
Grupo de Estudos Saúde e Meio Ambiente

Nome completo: _______________________________________________


Bairro_____________________ Cidade_____________________________


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Julgamento do Sarney

Fórum pela Ética na Política fará julgamento público do Senado e de Sarney

O Fórum pela Ética na Política, que reúne 22 entidades da sociedade civil, realizará nos dias 28, 29 e 31 de agosto o julgamento público do Senado e de seu presidente.

Urnas vão ser colocadas a partir dessa data em vários pontos para que as pessoas respondam a cinco questões:

Você é a favor de que sejam apurados os desvios e a corrupção no Senado?
Você é a favor do afastamento do presidente Sarney do Senado?
Você é a favor de reduzir drasticamente o gasto atual de 2 bilhões de reais do Senado?
Todo o Senado é responsável pelos escândalos que vem acontecendo?
5. Você acha que o povo é culpado por votar em políticos corruptos?

O julgamento popular prosseguirá até dia 12 de setembro, com a colocação de urnas para votação em diferentes locais. O resultado do julgamento popular feito pelos cidadãos e cidadãs brasileiras será anunciado após o fechamento da votação, em setembro.

Para os coordenadores do Fórum pela Ética na Política, o julgamento é uma forma de dar direito à população de manifestar a sua indignação ou não com o desperdício de recursos pelos políticos e com a corrupção, pois hoje ela não encontra formas de pressionar os senadores e políticos envolvidos com esse comportamento.


O Fórum pela Ética na Política, uma organização apartidária da sociedade civil, reúne, entre outras, as seguintes entidades cujos representantes participam das reuniões e decisões:

Alampyme - Gisela Gorovitz
Amarribo – Lizete Verillo
Biotema - Ubaldino Dantas Machado
CBJP - Chico Whitaker
Setor Educação/CNBB - Luiz Antonio de Souza Amaral
Desperta Brasil - Marly Gouveia
Educa - União dos Educadores - Ubaldino Dantas Machado
FENADVB - Agostinho Turbian
Grupo Metropolitano Paulista do Programa Agenda 21 - José Oliveira Ribas
Instituto Brasil Verdade - Rogério Ruschel
Instituto de Combate à Fraude e Defesa da Concorrência – ICDE - Rodrigo Lagrega
Instituto de Fiscalização e Controle – Henrique Ziller
Instituto Ethos - Daiani Misteri
Instituto PNBE de Desenvolvimento Social - Fernando Prestes Maia
Marília Transparente – Matra - Luis Eduardos Díaz
Pastoral da Fé e Política/ Arquidiocese de São Paulo - Carmem Cecília de Souza Amaral
PNBE - Percival Maricato
Policidadania - Lucrécia Anchieschi Gomes
Qualicidade – Fernando di Lascio
Site Brasil Sem Corrupção - Luiz Otavio da Rosa Borges
Vitae Civilis - Marcelo Cardoso
Voto Consciente - Rosângela Giembinsky

Serviço:
Locais:


28.08 – Conjunto Nacional

29.08 – Parque do Ibirapuera
31.08 – Praça da Sé (a partir das 14horas)

Horário: sempre das 11hrs às 13hrs

Informações: (11) 3284-8687 (Soraia) ou pelo site das entidades
soraia@institutopnbe.org.br

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Forum pela Etica na politica

FORÚM DA SOCIEDADE CIVIL
Proposta de funcionamento, organização, princípios, e etc:
O que é:
Um movimento informal, formado por entidades da Sociedade Civil, formadores de opinião e Cidadãos em geral, com objetivo de moralizar e democratizar a prática política, conscientizar os eleitores e outros a fins.
Nome:
Fórum pela Ética na Política,
Por equívoco, não foi discutido o slogan: movimento pela cidadania. Outras sugestões; Xô Sarney e Reformas Já.
Objetivos:
Imediatos
1- Apurar e punir, no mínimo denunciando amplamente irregularidades de parlamentares; pedir renúncia dos senadores antiéticos começando por Sarney.
2- Reduzir drasticamente o orçamento e número de funcionários do Senado, exigir fim dos desperdícios e desvios de qualquer natureza; exigir mais transparência e controle no uso dos recursos públicos
3- Reduzir para 2 (dois) por estado o número de senadores e acabar com o suplente; se o senador renunciar ou for ocupar Cargo Público, o segundo colocado nas eleições deverá substituí-lo (o que fará com que ele pense cinco vezes antes de deixar cargo para o qual foi eleito).
4- Procurar atingir os objetivos mobilizando a sociedade civil, começando por São Paulo, mas estimulando que outros estados façam o mesmo exigindo dos respectivos senadores explicações e providências efetivas.
5- Manter a mobilização e denúncias até que haja apuração e punição dos culpados. Se em cada estado, os cidadãos não ficarem satisfeitos com seus senadores, que se estudem julgamentos públicos, dos mesmos ou do Sarney.
6- Estudar listagem de candidatos éticos para próximas eleições, a serem indicados a população; indicar também quem se recusou a prestar contas ou não às deu satisfatoriamente.
7- Resgatar a imagem e prestígio dos parlamentos brasileiros.
8- Acompanhar em todos os níveis e no funcionamento as demais instituições, inclusive nos Estados e Municípios. Apoiar organizações que já existem nesse sentido, colocando-se a sua disposição.
Médio e longo prazo
A médio e longo prazo: exigir reforma política e outras modernizadoras , ética, reduzir gastos púbicos inúteis, mecanismos de participação e controle social; escolar e eleitor, demonstrando que a solução definitiva depende dele, e isso em todos os níveis da República e todos os órgãos.
Sede
Propõe-se que a sede, nos próximos três meses de implantação, seja na Rua Itápolis 1.468, onde estão também dois componentes, a ABRASEL e a VITAE CIVILIS.
O movimento deve existir concretamente na sede de cada associado e nas atividades sociais que ele e seus associados (associados dos associados) desenvolvem; tendo condições e sendo necessário, montaremos secretária e trabalho com voluntários.
Composição
FO, todas as organizações da sociedade civil, cidadãos, afins com objetivos, princípios, forma de organização e normas de funcionamento.
Deve-se buscar apoio em várias organizações de:
1. Trabalhadores;
2. Empresários;
3. Religiosas;
4. Estudantis;
5. ONGs;
6. Formadores de opinião;
7. Cidadãos dispostos a ajudar;
Entidades da sociedade civil, inclusive institucionais, formadores de opinião, cidadãos em geral, que tenham afinidade com o movimento.
Organização
Plenários em cidades e estados, nacionais se um dia vierem a ser necessário, além de coordenações, comissões para áreas, estudos ou ações específicas, a princípio estaduais, podendo desdobrar-se em municipais e formar-se uma nacional, na medida em que forem se tornando necessárias
Deliberações e execuções
Componentes terão reunião regulares em plenário, onde tudo será decidido, tendo cada entidade um voto ou estudando-se sistema de representação que não pulverize direito de voto de pequenas entidades.
Formadores de opinião e cidadãos em geral, podem ter direito a voz, mas não a voto.
Não haverá cargos do tipo presidente ou porta vozes exclusivos.
As decisões só poderão ser tomadas por maioria de ¾ das entidades associadas presentes em reuniões, sempre procurando valorizar o que une e agrega e descartar o que divide. As decisões de maior importância só podem ser tomadas se pautadas e divulgadas antes das reuniões.
O Fórum não admitirá em hipótese alguma a adesão, favorecimento, exposição ou propaganda interna de partidos ou políticos. Exigirá permanente vigilância e respeito de seus componentes, para que evitem internamente manifestar opiniões nesse sentido, priorizando sempre o que une os componentes e objetivos não faltam.
Propõe-se que haja uma coordenação com entidades mais afins com o tema e mais representativas ou ativas.
Coordenação
Propõe-se que seja formalizado para o objetivo imediato, momento presente e por três meses, a seguinte coordenação provisória: representantes do Voto Consciente, Amaribo, PNBE, Vitae Civilis, Policidadania, Instituto Cidadania
Ações
O Fórum agirá através de ações que estejam de acordo com seus princípios, no sentido de atingir seus objetivos.
Comunicação
O Fórum irá desenvolver seus meios de comunicação de acordo com suas necessidades.
Propõe-se que a formação de uma comissão especifica, sem deixar de responsabilizar cada componente para se comunicar com seus públicos.
Serão convidadas para comissão, entidades de jornalistas, blogueiros, cidadãos que se comunicam intensamente via internet, e os assessores de imprensa.
Com o tempo, podemos prever site, e email, ning etc.
Será criado um mailing de associados em geral, FO No momento, usará os meios de comunicação de seus componentes e agirá, através de comunicados, mensagens e etc, divulgados pela internet.
Coordenação provisória com Mario Humberg
Mobilização

Propõe-se a formação de uma comissão especifica, sem deixar de responsabilizar cada componente para se comunicar com seus públicos.
Levar a experiência a outros estados, para obter mesmos resultados.
Coordenação a cargo de Ubaldino e Ribas.
Princípios e Fundamentos
O Fórum obedecerá aos princípios pétreos da democracia, transparência, eficiência, ética, sustentabilidade, combatividade, objetividade, impessoalidade.
Não terá presidentes formais ou informais

O Fórum será exclusivamente paulista nos objetivos imediatos, estudando-se após sua expansão por outros estados ou instalação em municípios.
As reuniões iniciais serão às segundas-feiras, entre 11h00min às12h30min, na Rua Itápolis, 1468, até que haja consenso com a relação às mudanças. .
O Fórum será totalmente apartidário, não se admitindo em seu interior a exposição de opiniões visivelmente partidárias ou ideológicas.
As entidades terão que usar bom senso para admitir a influencia da representatividade nas decisões a serem tomadas.
Situação jurídica:
Informal, pelo menos no momento, podendo-se estudar formalização no futuro.
Movimentações financeiras
Se necessárias, terá uma tesouraria informal, com contas administradas por entidades ou três componentes de reputação ilibada, indicada pelo plenário, com prestação de contas a cada sessão ou sempre que solicitado.
A receita poderá vir dos componentes ou doações ou quaisquer outras que sejam consideradas éticas e não vinculem ou levem qualquer ameaça a independência da entidade.
Se o movimento tiver movimentações de maior vulto, tem que pensar sem formalizar-se
Vários itens que seguem abaixo será confirmado ou discutido na próxima reunião por não termos tido condições nesta.
AÇÕES PRÁTICAS
Até 30 de julho
Reunião dia 6, 11h00min, mesmo local, operacional
a) Discutir este documento e novas ações
b) Estudar carta pedindo renúncia assinada pelas entidades
c) Estudar informações recentes,evolução, etc
d) Estudar uma pizza chamada Sarney ou a La Sarney, jabá com abobrinha
e) Convidar senadora Marina e Tião Viana a prestarem contas a eleitores no seu estado e a senadora a ver a SP
f) Ter um telefone 0800, ning, site,blog, links nos parceiros, ocupar sites das entidades do movimento com mensagem e convite
g) Lavar com creolina calçadas do senado
h) Levar pizza de grande por e comer na calçada do senado
i) Fazer texto forte, assinado pelas entidades, para tenta sensibilizar mídia/sociedade
j) Procurar formas alternativas de se aproximar da mídia; visitar jornalistas.
k) Montar secretária, procurar voluntários, contratar assessoria de imprensa, tão logo seja possível, ficando Letícia do PNBE até lá centralizando informações.
l) Propor julgamento público na faculdade de direito e demais.
m) Organizar mailing de entidades, F.O. e cidadãos.
n) Evento de lançamento oficial do movimento
Até 20 de agosto
JULGAMENTO PÚBLICO DOS SENADORES DE CADA ESTADO EM FUNÇÃO DE NÃO TEREM PRESTADO CONTAS OU TENDO PRESTADO, NÃO CONVENCEREM, ALÉM DOS CULPADOS EM GERAL PELAS OCORRENCIAS.
Posteriormente
SE NÃO RESOLVIDA A SITUAÇÃO, ESTUDAR AÇÕES COMO
1- Esclarecer eleitorado, influenciando na renovação do quadro de senadores,
2- Fazer denúncias dos antiéticos em escolas, empresas, clubes e etc.
3- Juntar advogados para ações populares
4- pedido a procuradoria geral da república, OAB, associações de magistrados, T C U e outros órgãos públicos e jurídicos, que cumpram suas obrigações para com o país.
5-não faltará criatividade a população para resgatar a instituição que lhe pertence e é fundamental para manutenção da democracia.
6-outras que forem sugeridas
Objetivo estratégico:
ORGANIZAR O MOVIMENTO DE FORMA PERMANENTE, ATÉ QUE SE CONSIGAM REFORMAS MODERNIZADORAS E MORALIZADORAS, ESPECIALMENTE A REFORMA POLÍTICA (E NESTA FÓRMULAS DE DEMOCRATIZAR A SOCIEDADEE O ESTADO, PERMITINDO CONTROLE DOS POLÍTICOS E PUNIÇÃO DOS QUE NÃO CUMPRIREM SEUS COMPROMISSOS).
MAIORES INFORMAÇÕES
Soraia Fone 32 848687 ou Letícia 3661 5093
Soraia@institutopnbe.org.br
Relação de personalidades formadoras de opinião (F O) que sugiro convidar:
Janio de Freitas. = J. Gregori = Ceneviva, = Dalmo Dallari = Fabio Comparato
Cesar benjamim = Luiz Nassif = W Novaes
Artistas Jornalistas, etc (Ronnie Von, Fernando Montenegro etc)
Entidades nas quais devemos investir:
Une uees, xi e centros acadêmicos, OAB’s e entidades de juízes e promotores, centrais sindicais e entidades empresariais, religiosas, ambientalistas e etc.
Tabela com os nomes das pessoas presentes na reunião de hoje os respectivos e-mails.
NOME ENTIDADE E-MAIL
Rosangela T. Gienbinsky Voto Consciente giembius@uol.com.br

Rodrigo Lagreca ICDE rodrigo@icde.org.br

Mario Ernesto Humberg PNBE meh@cl-a.com

Kurt Lenhard PNBE kurtlenhard@uol.com.br

Percival Maricato PNBE percivalmaricato@terra.com.br

Letícia Sant’ Anna PNBE pnbe@pnbe.org.br

Ricardo Amoroso PNBE amoroso@transforming.com.br

Ubaldino Dantas EDUCA ubaldino@educaonline.org.br

José Simantob Netto PNBE jsimantov@ig.com.br

Jose Oliveira Ribas GMPPA 21 gtmrezl@yahoo.com.br

Alba Rodrigues GMPPA 21 albarodrigues@uol.com.br

Luiz Otávio da Rosa Borges Site Brasil sem Corrupção loborges@terra.com.br

Eugênio B. Carvalho PSB eugenio@yahoo.com.br

Francisco Balkanyi ALAMPXME fbalkanyi@terra.com.br

Gisele Gorovitz ALAMPXME gisela.gorovitz@uol.com.br

Lucrecia Anchieschi Policidadania lucrecia@policidadania.org.br

Atenciosamente,
Letícia Sant'Anna
(11) 32848687
PNBE - Pensamento Nacional das Bases Empresariais
pnbe@pnbe.org.br www.pnbe.org.br
Projeto Brasil 2022
"Construindo um País Socialmente Justo, Economicamente Forte,
Ambientalmente Sustentável, Democraticamente Estável e
Eticamente Respeitável".